Teste do pezinho – Dicas e sugestões


O teste do pezinho ou triagem neonatal é um exame feito a partir de sangue coletado do calcanhar do bebê. O exame laboratorial, que detecta precocemente doenças metabólicas, genéticas e infecciosas, que poderão ocasionar modificações no desenvolvimento neuropsicomotor do seu bebê.

Os nenéns são sujeitado a uma variedade de exames logo depois que nascem, com o objetivo de identificar quaisquer anormalidades e evitar uma série de doenças. A triagem neonatal, mais conhecida como teste do pezinho, é um dos exames mais essenciais na hora de detectar irregularidades na saúde da criança.

Teste do Pezinho: qual o processo?

É efetuada uma punção no calcanhar do neném, com uma lanceta. Depois da formação de uma gota de sangue, a amostra é colocada em um cartão que inclui um papel filtro. Passadas 3 horas da coleta, o material seco é encaminhado para o laboratório, onde a análise será executada.

Quem deve fazer o teste?

Todas as crianças prematuras, a partir de 48 horas de vida até 30 dias do nascimento. Isso porque qualquer uma pessoa pode ter um filho afetado pela doença, mesmo que nunca tenha aparecido um caso na família.

Contra recomendações

Não há contra recomendações para a efetuação do teste do pezinho.

teste do pezinhoPreparo do exame

O recém-nascido precisa ter sido amamentado antes de acontecer o exame, pois o leite materno deixa problemas metabólicos do organismo mais evidentes.

Preciso pagar pelo teste do pezinho?

Nos hospitais públicos e em postos de saúde, o teste do pezinho é gratuito, mas sua abrangência e o tipo de doenças a mais inseridas no teste variam de Estado para Estado. Em maternidades e hospitais particulares, ele geralmente é pago. Por várias vezes, porém, o preço do teste básico já está adicionado no custo da internação e é coberto pelos convênios.

Há hospitais que oferecem uma variação mais ampliada do exame, que então é cobrada à parte. Antes do recém-nascido nascer, busque se informar no local onde você pretende ter o seu filho sobre o exame oferecido e possíveis custos adicionais. Muitas clínicas privadas também efetuam o teste, com vários números de análise de doenças.

Teste do Pezinho: por que tem que ser feito?

O teste do pezinho ou o triagem neonatal é obrigatório por lei em todo o país e a simples atitude de se efetuar o exame faz com que doenças é capaz de causar várias sequelas irreparáveis no desenvolvimento mental e físico do bebê sejam detectadas e tratadas mesmo antes do aparecimento dos sintomas.
teste do pezinho 1Tempo de duração de exame

O triagem neonatal dura alguns minutos, tempo da amostra de sangue ser coletada.Doenças detectadas pelo teste do pezinho básicoFenilcetonúria

A fenilcetonúria é uma doença genética qualificada pelo distanciamento ou insuficiência de uma enzima ligada ao metabolismo do aminoácido fenilalanina. Esse aminoácido está vigente na proteína de diversos alimentos, como a carne, o leite e os ovos. Quando não é “estragado” corretamente pela enzima, gera um acúmulo exagerado no corpo que pode levar a gravíssimas lesões no sistema nervoso central, com comprometimento no desenvolvimento neurológico do bebê.Hipotireoidismo congênitoNo hipotireoidismo congênito há uma decadência produção dos hormônios da glândula tireoide, importantes para o desenvolvimento, em específico do sistema nervoso. A insuficiência desses hormônios pode ocasionar uma série de problemas, inserindo retardo mental e comprometimento do desenvolvimento físico.

Doenças detectadas pelo teste do pezinho

Fibrose cística

Doença genética, a fibrose cística (também conhecida de mucoviscidose) é qualificada pela transportação de deficiente do cloro e do sódio nas membranas celulares, o que leva à formação de um muco grosso e pegajoso. Esse muco pode causar entupimento nos pulmões, ocasionando dificuldades respiratórias e facilitando a proliferação de bactérias. O suor exibe altas concentrações de sório  e cloro, e há ausência no pâncreas, que afeta a digestão. O melhor seria que o teste seja feito no primeiro mês da criança.
teste do pezinho 2Anemia falciforme

A anemia falciforme é uma doença  hereditária. Conhecida como   falcêmicos, a hemoglobina assume formato de foice ou meia-lua, transformando inclusive o formato do glóbulo vermelho e afetando sua passagem por veias e artérias. Essa complexidade pode levar a uma oxigenação deficiente do organismo e produzir complicações em praticamente todos os órgãos e conjunto do corpo. Existem diversos graus de anemia falciforme.

Hiperplasia adrenal congênita

A hiperplasia adrenal congênita, também conhecida como hiperplasia congênita de supra-renais, percebe que na realidade uma sucessão de anormalidades das glândulas supra-renais. Pessoas atingidas pela doença não fornecem quantidades bastante para os hormônios cortisol e aldosterona e, também, têm quantidades exageradas de hormônios andrógenos. Em meninas, esse acréscimo pode deflagrar qualidades sexuais masculinas, como pêlos e acréscimo do clitóris, e em meninos no aumento do pênis e no surgimento precoce de pêlos. Em ambos os sexos, pode provocar perda excessiva de sais e aumento de potássio, levando até à morte.
Rubéola congênita

Causar deformações congênitas como catarata, surdez, retardo mental e até má formações cardíacas.

Aids

Doença que leva a um sério comprometimento do conjunto imune, que até agora não tem cura.

Galactosemia

Doença que faz com que a criança não consiga digerir o açúcar que se encontra presente no leite, podendo levar a um comprometimento do sistema nervoso central.


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