Sarampo – causas e sintomas


O sarampo é uma enfermidade muito contagiosa formado por um vírus conhecido também como morbillivirus. A doença é uma das essências responsáveis pela mortalidade infantil em países do Terceiro Mundo. No Brasil, graças às frequentes campanhas de vacinação e programas de vigilância epidemiológica, a mortalidade infantil não chega a 0,5%.

O que causa o sarampo?



O sarampo é causado por um vírus intensamente contagioso, 90% das pessoas sem imunidade que compartilham espaços com pessoas infeccionado contraem a doença. O sarampo é transmitido através do toque com gotículas do nariz, da boca ou da garganta da pessoa infectada, quando ela tosse, espirra e respira.

Sintomas

Os sintomas começam a surgir pelo doente são: febre acompanhada de tosse persistente, irritação ocular e corrimento do nariz. Logo depois estes sintomas, normalmente há o aparecimento de manchas avermelhadas no rosto, que progridem em direção aos pés, com extensão mínima de três dias. Além do mais, pode provocar infecção nos ouvidos, pneumonia, ataques (convulsões e olhar fixo), lesão cerebral e morte. Subsequentemente, as bactérias podem alcançar as vias respiratórias, provocando diarreias e até infecções no encéfalo. Considera-se que estas dificuldades sejam desencadeadas pelo próprio vírus do sarampo que, na maioria das vezes, alcança mais seriamente os desnutridos, os recém-nascidos, as gravidez e as pessoas portadoras de imunodeficiências.
sarampo 2Transmissão

É espalhada pela tosse, espirros, beijos, pelas gotículas que saem quando se fala e qualquer outra maneira de contato com fluidos do nariz de uma pessoa contagiada e boca, diretamente ou através de objetos (como copos e talheres). É excessivamente contagiosa, 90% das pessoas que até agora não possuem imunidade são infectadas caso compartilhem o mesmo lugar com uma pessoa contagiada por algumas horas por dia (casa, creche, escola, trabalho…). Durante o período contagioso começa 2-4 dias antes do surgimento das marquinhas pelo corpo e segue até 2-5 dias depois do começo delas (infectividade de quatro a nove dias no total).

Mais de 95% das mortes por sarampo acontecem em países subdesenvolvidos com conjuntos de saúde deficientes, independentemente da vacina ser barata, convicta e muito eficaz. Estima-se que mais de 20 milhões de pessoas foram infectadas pelo sarampo em 2010.

Diagnóstico

O diagnóstico clínico do sarampo solicita um histórico de febre de pelo menos três dias e a existência de pelo menos um dos três sequente sintomas: tosse, catarro ou conjuntivite. Grupos de pequenas manchas brancas no interior da boca, é chamada de manchas de Koplik, inclusive são um sinal de sarampo. Essas manchas normalmente surgem  dois dias antes da coceira característica do sarampo.

Prevenção

A prevenção é feita por vacinas. Normalmente o bebê nasce com unas poucas células de proteção da mãe defendendo-a e toma a primeira dose de vacina entre o primeiro e o segundo ano de vida, e a segunda dose entre os quatro e os cinco anos. Caso unas criança seja detectada com a doença é indicado que todos indivíduos não vacinados da região tomem a vacina no mesmo instante e os indivíduos infectados fiquem de repouso em casa longe dos que não tenham a imunidade.sarampo 1Quando não acontece dificuldades, o doente fica curado em 15 dias, o risco de transmissão se torna nulo somente após de 10 dias. Antes disso é  indicado prevenir a aglomerações. Graças a vacinação, em todo o mundo a variedade de casos de sarampo caiu 60% de uma estimativa de 873.000 mortes para 345.000 em 2005. As estimativas para 2008 recomenda que o número de mortes caiu para 164.000, com 77% das mortes restantes por sarampo acontecendo na região do  sudeste asiático.

Adultos que jamais tomaram a vacina inclusive tem que ser vacinados, desde que não tenham situações de risco (imunidade baixa, grávidas, lactantes…). Os riscos de aumentar complicações e morrer são maiores depois os 20 anos. O risco de mortalidade é de cerca de 10-15% para pessoas que aumenta complicações em países subdesenvolvidos. Em 2000, 72% crianças foram vacinadas. Em 2008 esse número já se desenvolveu para 83%. A meta é que 95% delas sejam imunizadas até 2015.

Já foi confirmado, novamente, que nem a  vacina para sarampo, nem a para poliomielite e nem a para rubéola desenvolve as chances de autismo ou alguma transtorno semelhante.

Tratamento

O sarampo pode ter dificuldades como: diarreia, vômitos, hemorragias, modificações neurológicas (convulsões e encefalites), pneumonia bacteriana secundária e hepatite. Não há tratamento exclusivo disponível. Confirmam em alguns estudos com a utilização de Ribavirina em indivíduos imunocomprometidos. Portanto, essa medicação não é licenciada para o tratamento do sarampo.  A vitamina A tem que ser oferecida em países subdesenvolvidos e em pacientes desnutridos, uma vez, que a suplementação dessa vitamina reduz complicações como pneumonia e diarreia nas populações que possuem deficiência desses nutrientes.

Recomendações

-Não se desleixe do programa de vacinação de seus filhos. A vacina pra prevenir o sarampo é a melhor maneira de evitar a doença que pode ser grave, principalmente se elas estiverem debilitadas;

-Busque saber o que provoca a doença de crianças que habitua-se com seus filhos. O sarampo é uma doença excessivamente contagiosa e de caráter epidêmico;sarampo-Não deixe de buscar atendimento médico se surgir manchas avermelhadas na pele de sua criança, mesmo que ela tenha sido vacinada contra o sarampo;

-Investigue se você teve a doença na infância ou tomou a vacina quando era criança. Em caso de dúvida é melhor buscar  um centro de vacinação.


•••