Cuidados necessários com as vacinas dos bebês


Estudos esclarecem os cuidados com as vacinas dos bebês, quais vacinas o bebê necessita tomar nos primeiros meses de vida e quais cuidados extras os prematuros exigem. Pequeno números de pais chega a ser um pesadelo a visita periódica à clínica de vacinação ou ao posto de saúde. Aquele bebê tão bonzinho fica choroso, dorme mal, tem febre em seguida da picada fundamental para evitar diversas doenças. São os sinais adversos à vacina, chamados, popularmente, de reações.

Por que são necessárias as vacinas dos bebês?

O rotavírus é um dos fundamentais agentes responsáveis de gastroenterite grave em lactentes e crianças pequenas em todo mundo. A diarreia frequentemente dura de 3 a 8 dias, mas pode até ser grave e ampliar para desidratação. Vômitos e febre também são normal e podem agravar o quadro clínico, principalmente em crianças com imunidade alterada.

Especialista comprovam que quando não vacinados, todos os bebês se contaminam pelo menos uma ou duas vezes antes de completar cinco anos de idade e mesmo em lugares crescidos, com algumas agradáveis condições sanitárias e de higiene o rotavírus permanece sendo o mais essencial responsável de hospitalizações por diarreia e vômitos em pequenas crianças.

Como o bebê fica imunizado?

As vacinas dos bebês possuem os mesmos agentes responsáveis das doenças, mas inativados, atenuados, alterado ou utilizados apenas em parte. Quando o bebê é vacinado, seu organismo fornece anticorpos para aquele responsável específico. Dessa maneira, ao entrar em contato com o vírus ou a bactéria causadores da doença, seu bebê está pronto para atacá-los.
cuidados com as vacinas dos bebês 2Pode-se vacinar bebês com resfriado ou diarreia aguda?

Os lactentes comumente produz um grande número de infecções agudas de vias aéreas grandes que na maioria das vezes, são de causa viral; essas infecções são benignas e autolimitadas e quando aparece em crianças, acompanhadas ou não por febre baixa, não estabelece contra-indicação às vacinas. O mesmo acontece com relação à diarreia se o bebê apresentar diarreia leve e sem compromisso geral não se deve adiar a vacinação.

Apesar disso, quando o bebê apresentar o comprometimento do todo estado, com ou sem febre, é indicado adiar a vacinação, no intuito de evitar que provavelmente os efeitos adversos das vacinas sejam confundidos com a piora ou má evolução da doença de base.

Recém-nascidos que sofrem de bronquite e que estão com chiado podem ser vacinados?

As doenças atópicas (asma, bronquite, rinite e eczema) são bastante constante na infância e muitos bebês apresentam chiado no dia da vacina; esta situação não é conceituada contra-indicação à vacinação, desde que o bebê esteja em bom estado geral e sem febre.

O bebê que está recebendo antibiótico pode ser vacinado?

O uso de antibióticos (assim como a exposição recente a doenças infecto-contagiosas e fase de convalescença de doenças agudas) também não constitui contra-recomendação às vacinas, desde que o bebê já esteja sem febre e demostre um bom estado geral.
cuidados com as vacinas dos bebês 1E se o bebê for alérgico e estiver recebendo corticóide?

O consumo de corticosteróides por via inalatória ou por pequenos períodos de tempo (menos de 15 dias) é bastante constante nas crises agudas de broncoespasmo ou rinite; nessas circunstâncias não há alguma contra-indicação para o gerenciamento das vacinas dos bebês do dia-a-dia. Deve-se retardar o gerenciamento das vacinas dos bebês somente em uso desses medicamentos for prolongado ou em doses elevada

Algumas doenças evitadas pelas vacinas dos bebês

  • Sarampo;
  • Coqueluche;
  • Tuberculose;
  • Difteria;
  • Poliomielite;
  • Tétano, dentre outras.

No entanto, confundi-se quem acha que as vacinas dos bebês são essenciais apenas nos primeiros meses de vida. Independentemente da vacinação ser completamente importante durante esse período a atenção deve continuar de forma regrada e pausada.

Cuidados na vacinação em recém-nascidos

Os recém-nascidos produzem características que os tornam mais suscetíveis às inúmeras doenças, ficando mais vulneráveis às infecções respiratórias, menor separação energética, desmame precoce, displasia broncopulmonar e internação demorada.

As reações das vacinas dos bebês são equivalentes em bebês recém-nascidos ou não, como febre e mal-estar. A população Brasileira de Imunizações listou pequeno números de cuidados especiais que devem ser tomados com algumas vacinas. Vejamos:

Influenza

O refúgio contra o Influenza é ainda mais recomendado  para os bebês recém-nascidos na mesma faixa etária que é indicado rotineiramente, aos 6 e 7 meses de vida, com apoio anual.

Os bebês recém-nascidos demostram taxas de hospitalização e mortalidade pelo Influenza mais superior, principalmente em bebês prematuros com patologias crônicas respiratórias e cardíacas.

Vacina Pneumocócica

O perigo de um bebê recém-nascido desenvolver uma doença pneumocócica é maior do que os bebês nascidos a termo, desta forma como o risco também é maior nos prematuros de baixo peso ao nascer. O esquema de vacinação é o mesmo, de três doses aos 2, 3 e 4 meses.
cuidados com as vacinas dos bebêsVacina BCG-ID

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) aconselha a aplicação das vacinas dos bebês para evitar a tuberculose apenas em bebês recém-nascidos com peso maior que 2 quilos.

Vacina dos bebês contra Hepatite B

Os bebês com peso superior a 2 quilos ao nascer respondem semelhantemente àquelas nascidas com peso e idade gestacional correto. Depois de 30 dias de vida, todo recém-nascido, com independência de seu peso e idade gestacional, responde adequadamente à imunização com a vacina para evitar a hepatite B.

Por essa razão, aconselha-se a aplicação de uma quarta dose em todo bebê recém-nascido com menos de 2 quilos que recebeu a vacina no mesmo instante depois do nascimento, ou seja, com 0, 1, 2 e 7 meses de vida.

 


•••